quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Lamentável....






Daniele Suzuki participa de caça a baleias no Alasca para exibição em programa
23 de outubro de 2010
(da Redação)


A segunda temporada do programa Pé no chão, exibido pelo canal de TV a cabo Multishow, terá em sua segunda temporada, em novembro, a exibição de caça de animais no Alasca.

A apresentadora Daniele Suzuki, que durante as gravações comeu carne de baleia, vem fazendo aulas de tiro como preparação para matar renas e baleias.

Em outro episódio do programa a apresentadora monta em búfalos domados.

Clique abaixo, para manifestar-se ao canal Multishow contra a crueldade promovida por este programa.


http://multishow.globo.com/Fale-Conosco/

FONTE:ANDA
http://www.anda.jor.br/2010/10/23/daniele-suzuki-pratica-caca-a-baleias-no-alasca-para-exibicao-em-programa/

/medcel



SEXTA FEIRA MUNDIAL SEM PELE EM 26/11/10!!!

No próximo dia 26 acontece em todo o mundo a terceira edição da Sexta Feira Mundial Sem Pele [Worldwide Fur Free Friday] - um dos protestos de ação global de maior relevância na luta pelos direitos animais. No último ano foram realizados protestos em mais de 120 localidades ao redor do mundo pedindo o fim do cruel comércio de peles de animais.

A data foi criada pela International Anti-Fur Coalition (Coalizão Internacional Anti-Pele) em parceria com o movimento Fur-Free Friday (Sexta-feira sem pele), que é muito popular nos Estados Unidos e acontece logo após o Dia de Ação de Graças (25).

Estilistas que insistem no uso de pele animal em suas coleções são alvos de críticas dos manifestantes.

Junte-se a nós!

O objetivo é informar a população sobre o que se esconde por trás da indústria da pele. Milhões de animais continuam sendo mortos em nome da moda. Muitos são esfolados ainda vivos, incluindo cães e gatos, tudo em nome da vaidade e do consumo sem medidas, seja para um casaco, um brinquedo ou um enfeite qualquer.

Participe da Sexta-Feira Mundial Sem Pele!

Você pode fazer a diferença neste movimento
contra o sofrimento dos animais!

São Paulo, Av. Paulista em frente ao Masp
dia 26 de novembro a partir das 11h.
Realização: Holocausto Animal
Idealização: www.antifurcoalition.org
Postado por Fabio Paiva às 11:57 AM

Fonte:
http://holocaustoanimalbrazil.blogspot.com/2010/11/261 1-sexta-feira-mundial-sem-pele.html?spref=fb

/medcel

sábado, 5 de junho de 2010

200 ANOS DE BEM ESTAR ANIMAL: MARCOS DE SUA ORIGEM E EVOLUÇÃO

Rivânia Ferreira Moreira¹; Luciana Navajas Renno de Araújo²

¹Graduanda em Medicina Veterinária – UNIVIÇOSA – Viçosa MG; rivaniafm@yahoo.com.br
²Professora do curso de Medicina Veterinária - UNIVIÇOSA – Viçosa MG; lnrenno@hotmail.com

RESUMO


A busca dos estudantes de Medicina Veterinária e Zootecnia pelo rápido ingresso no mercado de trabalho faz com que grande maioria, durante sua formação acadêmica, se adapte as atividades mais lucrativas e de retorno rápido, que esta ligada a alta produtividade, que na maioria das vezes não estão associadas a condições de bem estar animal. Um dos grandes destaques do Brasil é seu imenso potencial para a agropecuária, destacando-se fortemente na produção e exportação de produtos de origem animal, principalmente a carne. O mercado consumidor a cada dia que passa torna-se mais exigente quanto à qualidade dos produtos; e esta implica na forma de criação, instalações, alimentação, manejo e transporte até o local de abate e formas de processamento. Na verdade a qualidade do produto final está intimamente relacionada com a união e interação de todas as fases da vida do animal. Este trabalho tem como principal objetivo a disseminação do conceito e importância do Bem Estar Animal, destacando sua origem, marcos e como este vem conquistando seu espaço principalmente no território brasileiro, buscando mais humanidade, na consciência de que os animais são seres sencientes.
PALAVRAS – CHAVE: bem estar animal; senciência; produção.

INTRODUÇÃO


O bem-estar animal refere-se à qualidade de vida dos animais (APPLEBY, 1999). O funcionamento orgânico e a saúde são um dos aspectos fundamentais do bem-estar animal. Doenças, ferimentos, malformações e má nutrição são as principais ameaças ao equilíbrio orgânico dos animais. Em geral, os sinais positivos de saúde provêm de um bom aspecto físico, alimentação regular, taxas de crescimento e reprodução normais, boa longevidade e taxas de mortalidade reduzidas (DUNCAN & FRASER, 1997).
O termo bem estar animal não é recente, pois, desde Aristóteles no século IV a.c o pensamento do ser humano estava centrado na busca pelo bem estar. Mas o conhecimento do bem estar propriamente dito teve início em 1809, com o nascimento da primeira organização voltada para os animais, conhecida atualmente como “Liverpool RSPCA Branch” (Sociedade Real para Prevenção da Crueldade aos Animais) localizada em Liverpool na Inglaterra, que dentre seus princípios destacam-se a repressão e prevenção da crueldade e dos maus tratos causados aos animais. Em virtude do pensamento egocêntrico do homem, a RSPCA Branch só conseguiu ingressar na proteção animal em 1841, após ultrapassar várias barreiras. (RSPCA Branch 1999)

REVISÃO DE LITERATURA


A primeira entidade de proteção aos animais a ser fundada no Brasil foi a UIPA- União Internacional Protetora dos Animais, por Wallace Cochrane em 1895, que se baseava na legislação em vigor nos países europeus no início do século XX. A partir da criação da UIPA surgiram várias outras, contribuindo ainda mais para o processo de civilização da humanidade, tornando a legislação mais sólida e compatível com o saber científico e a consciência da humanidade. Contudo em 1930, foram criadas no Brasil as primeiras leis sobre proteção Animal, entrando em vigor o decreto 24645 de 10 de Julho de 1934, criado no período de implantação do Estado Novo, sendo iniciativa também do político Inácio Wallace da Gama Cochrane. (UIPA 2003)
Alguns anos depois surgiu a “World Society for the Protection of Animals” conhecida como WSPA, que iniciou sua atuação no Brasil somente em 1989, quando apoiou as organizações de Santa Catarina na luta contra a “Farra do Boi” e divulgou internacionalmente esta prática cruel. A partir daí desenvolveu projetos de grande impacto, entre eles, em 1993, a “Soltura do Flipper”, o último golfinho marinho em cativeiro no país. O norte-americano Ric O’Barr (ex-treinador de golfinhos que mudou sua trajetória e passou a readaptar cetáceos criados em cativeiro à liberdade) foi contratado pela WSPA para fazer a reabilitação do animal, transportado de um tanque em Santos para Laguna, onde tinha sido capturado vários anos antes. A WSPA contou com o apoio logístico da Associação Catarinense de Proteção aos Animais – ACAPRA, uma de suas primeiras afiliadas no Brasil. (WSPA Brasil 2004)
Em 2007, a WSPA promoveu também o primeiro workshop sobre abate humanitário, para promover maior conscientização e implantação de melhores práticas no manejo pré-abate. Para completar, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – MAPA, CIDASC – Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola, associações do setor produtivo e a WSPA Brasil firmaram em 2008 um acordo de cooperação visando implementar melhorias no manejo pré-abate e abate dos animais de produção no Brasil. Para isso, lançaram o Programa Nacional de Abate Humanitário – STEPS no dia 2 de abril de 2009 em Brasília. (WSPA Brasil 2007 e 2009)
O Conselho do Bem-Estar de Animais de Produção do Reino Unido (“Farm Animal Welfare Council” – FAWC) criou as “cinco liberdades” e oferecem valiosa orientação para o bem-estar animal. Elas são internacionalmente reconhecidas e foram ligeiramente adaptadas desde a sua formulação. A forma atual diz que os animais têm de estar: Livres de fome e sede e com pronto acesso à água fresca e a uma dieta que os mantenha saudáveis e vigorosos. Livres de desconfortos e vivendo em um ambiente apropriado que inclui abrigo e uma área confortável para descanso. Livres de dor, ferimentos e doenças por meio de prevenção ou de rápido diagnóstico e tratamento. Livres para expressar comportamento normal, uma vez que lhes sejam garantidos: espaço suficiente, condições de moradia apropriadas e a companhia de outros animais de sua espécie. Livres de medos e angústias e com a garantia de condições e tratamento que evitam sofrimentos mentais. (FAWC 1979)
Estudos recentes pelas entidades protetoras dos animais revelam que os animais são seres sencientes, e este conceito se aplica a todos os animais vertebrados, tanto selvagens, quanto animais de produção. Muitos projetos, campanhas e novas leis de proteção estão sendo criadas, mas é de suma importância que os órgãos competentes e a sociedade também cumpram seu papel, pois, a fiscalização é crucial para a prática dos ideais almejados. (WSPA Brasil 2008)
Medidas de bem estar vem sendo adotadas através de projetos de lei, como a proibição da utilização de animais em circo que já foram aderidas por alguns países, municípios e estados brasileiros. Esta lei 7291/2006, que foi aprovada pela câmara dos deputados no dia 3 de julho de 2009, extingue a utilização de animais em circo. (OLA 2009)

MATERIAL E MÉTODOS


Para concretização deste trabalho, foram feitas várias buscas em livros, sites, revistas, artigos, vídeos que abordam o Bem Estar Animal e lutam para que os valores que defendem sejam colocados em prática.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Ao concluirmos esta revisão, constatamos que a evolução do Bem Estar Animal tem caminhado em passos lentos, mas firmes, pois várias iniciativas têm sido adotadas a fim de mitigar o sofrimento dos animais. As principais formas de expandir estes conceitos, valores e princípios, são através da conscientização da sociedade como um todo de trabalhos sociais como os desenvolvidos pela WSPA.
Com certeza a busca por mais eficiência na produção deve ser constante e intensa, e esta se adquire através do conhecimento e da competência tecnocientífica, mas é essencial que estejam aliados ao humanismo e ao respeito defendendo a vida no sentido mais amplo possível.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

APPLEBY, M. What should we do about animal welfare? Oxford: Blackwell Science. 1999.
BROOM, D M; MOLENTO, C F M. Bem Estar Animal: conceitos e questões relacionadas - Revisão.
DUNCAN, I. J. H.; FRASER, D. Understanding animal welfare. In M. Appleby & B. O. Hughes (Eds.), Animal welfare (pp.19-32). London: CABI Publishing. 1997.
FIGUEIREDO, J R. Bioética: repensando o uso das biotécnicas reprodutivas
FAWC – Conselho de Bem Estar de Animais de Produção. Disponível em:< http://www.fawc.org.br>. Acessado em 23 de março de 2010.
OLA – Observador da Legislação Animal. Disponível em: . Acessado em 28 de março de 2010.
PAIXÃO, R L. É possível garantir bem estar aos animais de produção?
UIPA – União Internacional Protetora dos animais. Disponível em: http://www.uipa.org.br>. Acessado em 15 de abril de 2010.
WSPA – Sociedade Mundial de Proteção Animal. Disponível em: . Acessado nos dias 16, 18, 19 e 28 de março e 10 e 20 de abril de 2010.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Gato sobrevive com flecha atravessada na cabeça


Um gato chamado Brownie está se recuperando bem, apesar da flecha que lhe atravessou a cabeça. O animal, de Bloomington, no Estado de Indiana (EUA), foi resgatado na semana passada por uma entidade de defesa dos animais. Segundo a emissora de TV Fox, a flecha de 33 centímetros de comprimento entrou acima do olho direito, apenas raspando o crânio do bicho.

Segundo o G1, as autoridades acreditam que alguém tentou matar Brownie, mas, por sorte, ele sobreviveu.

– É um milagre que o gato ainda esteja vivo – disse Sarah Hayes, diretora-executiva da entidade da defesa de animais do condado de Monroe.

O veterinário que tratou Brownie diz que o animal deve ter uma recuperação completa. Sarah disse que sua próxima missão é descobrir quem causou o ferimento. Ela destacou que não é possível permitir abusos como esse contra os animais.

A entidade da defesa de animais do condado de Monroe está oferecendo uma recompensa de US$ 500 por informações sobre o agressor.

http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=2&local=18&template=3948.dwt§ion=Blogs&post=222623&blog=29&coldir=1&topo=3994.dwt

Mulheres resgatam cão que era vítima de maus-tratos


Grupo resgatou animal no Jd. Campos Elíseos que havia sido esfaqueado e suspeita de ter sofrido abuso sexual



Grupo retirou cachorro da casa após denúncia de maus-tratos
(Foto: Carlos Bassan/AAN)Um grupo formado por quatro mulheres resgatou na manhã deste domingo (30) um cão mestiço que ficava preso em um terreno particular, no Jardim Campos Elíseos, em Campinas. A suspeita é de que o animal era vítima de maus-tratos. Vizinhos teriam denunciado de que ele havia sido esfaqueado. O dono do animal, o funileiro Wilson da Silva, 49 anos, e o dono do terreno que é ex-sogro de Silva, o aposentado Laércio Bonifácio, 72 anos, negaram quaisquer acusações de maus tratos.

Segundo o aposentado, há cerca de um mês ele chegou no terreno e encontrou o cachorro já machucado. 'No início achei que ele tinha sido atropelado, mas dois dias depois me disseram que ele tinha sido esfaqueado. Não sei quem foi. Pode ter sido alguém que pulou o muro ou quando ele saiu na rua. Muita gente pula o muro e entra aí', afirmou.

O caso foi parar na delegacia. A publicitária Cassiana Paschoarelli, 36 anos, registrou ocorrência no sábado (29) relatando as denúncias de vizinhos do cão que o encontraram todo machucado e o levaram ao veterinário. Segundo o relato à polícia, o veterinário teria atestado que o cachorro havia sido esfaqueado e que possuía lesões anais provavelmente provocadas por relações sexuais.

'Vim aqui buscar os filhotes da cadela que havia dado cria e vi o estado do cachorro. Ele não conseguia levantar. Fiquei indignada, foi quando comecei a procurar alguém para me ajudar', contou a cabeleireira Daniela Soares, 43 anos. 'Está claro que ele sofreu de maus tratos, ele foi esfaqueado', disse a voluntária Valdiza Fernandes, 64 anos, também integrante do grupo. Hoje (30) o cachorro estava magro e apresentava os sinais das lesões provocadas pelas facadas.

Segundo o grupo, ele será examinado por uma nova veterinária que irá produzir laudo sobre o estado de saúde do animal e se de fato ele sofreu de maus tratos. O animal deve ser levado para uma chácara em Estiva Gerbi.
O aposentado afirmou que o cachorro sempre foi bem tratado e que não sabia dos supostos abusos contra o animal. 'Não sei porque tudo isso. Ele é bem tratado e já sarou das facadas. Não vai andar mais como andava, mas já está curado. Não tem explicação acusar os outros de uma coisa que não fiz', afirmou.

O caso foi registrado no plantão do 4º Distrito Policial (DP) e deverá ser encaminhado para o 2º DP. Segundo o delegado Cristiano France Favaro, caso seja comprovado condição de maus tratos, o autor, se identificado pode ser indiciado por crime de prática de abusos contra animais. O crime está previsto no artigo 38 da lei 9.605/98, que diz que 'a prática de ato de abuso, maus tratos, feri ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos' é passível de pena de três meses a um ano de detenção. 'Nesses casos geralmente é aplicada uma pena alternativa, além da perda do animal', explicou o delegado.

Outro caso

Um outro caso de suposto maus tratos contra animais foi registrado no 4º Distrito Policial na última sexta-feira. A advogada E.G., 51 anos, relatou a polícia ter recebido denúncias que um cão de guarda da raça pitbull é mantido durante todo o dia em um caixote com um metro por 1,2 metro de dimensão por dois de altura, em uma construção no bairro Santa Genebra. De acordo com ela, o cão fica trancado no local das 6h às 19h30, no escuro, sem comida ou água e que é solto apenas a noite ainda permanecendo amarrado a uma corrente com cerca de dois metros de comprimento. A advogada disse à polícia ter falado a dona do cão, quando ela foi tratar do animal, que disse que alugava cachorro para guarda e insistiu que ele é bem tratado. O caso será apurado pelo 4º DP.

domingo, 30 de agosto de 2009

Camelos e Dromedários da Austrália podem virar hamburgueres


O governo da Austrália planeja incentivar o massacre de centenas de milhares de camelos e dromedários que se espalharam pelo país competindo com o gado por comida, além de terem chegado a invadir casas e fazendas em busca de água. A proposta chega a cogitar o uso de helicópteros armados para dizimar a população que cresceu sem controles nos últimos anos.

O projeto do governo prevê o gasto de uma soma equivalente a cerca de R$ 30 milhões para diminuir o número de camelos. Uma das ideias propostas é de usar sua carne como alimento, como hambúrgueres.

Os camelos e dromedários foram inseridos na Austrália pelos exploradores do deserto do país, nos anos 1840. Estimativas atuais dizem haver cerca de um milhão de animais espalhados pela ilha, e que a população costuma dobrar a cada nove anos.

Segundo um dos diretores do projeto do governo, a ideia é diminuir a população em dois terços, o equivalente a mais de 650 mil animais. O projeto encontrou alguma oposição, pois dizem haver demanda para os animais, que podem ser exportados, e porque o massacre não garante que a população de camelos e dromedários volte a crescer de forma desordenada.


REPORTAGEM NO SITE DO LUIZ SCALEA:

http://www.luizprotecaoanimal.com.br


A Austrália tem cerca de 1 milhão de camelos e dromedários em seu território. E com o intuito de controlar essa população o governo pretende incentivar a matança de 650 mil animais. Essa ação não garante que o número de camelos e dromedários não volte a crescer de forma desordenada, além de exisitirem outras formas para esse controle, como a exportação dos animais.
Envie um e-mail de protesto contra essa matança em massa, para o consulado australiano em São Paulo:

consular.saopaulo@austrade.gov.au

terça-feira, 11 de agosto de 2009


“A vida é valor absoluto. Não existe vida menor ou maior, inferior ou superior. Engana-se quem mata ou subjuga um animal por julgá-lo um ser inferior. Diante da consciência que abriga a essência da vida, o crime é o mesmo.”


Olympia Salete

Cães enganam os homens para conseguir uma vantagem / contam até 5!


FOTO:JAIMÃO E JULIANA DA APASFA

AMIGOS!!!

VOCÊS SE LEMBRAM COMO O JAIMÃO ENGANOU A TODOS COM A SUA PATINHA???
ACHÁVAMOS QUE A SUA PATINHA ESTAVA MACHUCADA,POIS ELE MANCAVA E ATÉ ENGATINHAVA, COMO SENTISSE MUITA DOR...
E FOI ASSIM QUE O JAIMÃO SE TORNOU FAMOSO!!!
E AGORA ELE É O MASCOTE DA APASFA!!!
CONHEÇAM A HISTÓRIA DO JAIMÃO:

http://www.fotolog.com.br/medcel/83445250

COPIEI ESTA NOTÍCIA DO PEA,QUE DESCREVE AS ENÚMERAS CAPACIDADES DOS CÃES...ENTRE ELAS AS DE ENGANAR OS HOMENS PARA GANHAR VANTAGEM!!!

http://www.pea.org.br/news/noticias01.asp?noticia=2171

CÃES SABEM CONTAR ATÉ CINCO,DIZ PESQUISA

Uma pesquisa feita no Canadá afirma que alguns cachorros têm a capacidade de contar até cinco, entendem mais de 150 palavras e inclusive tentam enganar os homens para conseguir uma vantagem.

Estas são as conclusões do psicólogo e especialista em investigação canina Stanley Coren, da Universidade de British Columbia, que participa do congresso anual da Associação Psicológica Americana para falar de "como os cachorros pensam".

Coren, autor de livros sobre cachorros e seu comportamento, revisou vários estudos para concluir que o melhor amigo do homem tem capacidade de resolver problemas complexos e é mais parecido com os humanos e outros grandes primatas do que se pensava.

Ele explicou que, segundo diversas medidas de comportamento, "as capacidades mentais do cachorro estão próximas às de uma criança de dois a dois anos e meio".

Segundo o especialista, a inteligência varia conforme o tipo de cão e a raça determina algumas das diferenças entre animais.

Coren disse que há três tipos de inteligência canina: instintiva; adaptativa (a capacidade de aprender do entorno para resolver problemas) e de trabalho e obediência (o equivalente à "aprendizagem escolar").

Dados de 208 cachorros dos Estados Unidos e Canadá mostraram que na "inteligência de trabalho e obediência" o border collie é "o número um", seguido do poodle e em terceiro pelo pastor alemão.

A lista dos cães mais espertos se completa com o golden retriever; o doberman; o pastor de Shetland e o labrador, segundo a classificação de Coren.

O especialista afirmou que um cachorro normal pode aprender 165 palavras, incluindo sinais, e os mais "inteligentes", 250.

Os cães também conhecem números, e podem "contar" até quatro ou cinco, e só têm uma "compreensão básica" da aritmética, embora sejam capazes de detectar erros como 1+1=1 ou 1+1=3.

Durante o jogo, os cachorros são capazes de tentar enganar, de maneira deliberada, tanto outros cães como os humanos para conseguir uma recompensa e, segundo Coren, "têm quase tanto êxito enganando humanos como os humanos enganando cachorros".


Fonte: EFE

Data: 8/8/2009 21:32:29

É ISSO AÍ!!!
O JAIMÃO ME ENGANOU DIREITINHO!!!
ABRAÇOS,
CEL


/medcel


;)

terça-feira, 16 de junho de 2009

Sobre gatos...



RUBEM ALVES

Eu não gostava de gatos

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Comecei a mudar de ideia quando minha filha me deu um gato de presente. E logo ficamos amigos, eu e o gato.
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NUNCA TIVE INTIMIDADE com os gatos e sempre os olhei de longe, com desconfiança.
Preconceito meu, sustentado por uma estória que minha mãe contava de um gato que havia matado um padre. Hoje sei que ele não o teria feito se não tivesse razões...
Os bichos que amo são os cachorros e eles me amam. Meu amor pelos cachorros se consubstanciou num artigo que escrevi sobre minha cadela Lola, a pedido da Redação da Folha. Olhando para os seus olhos que estavam fixos nos meus, eu me perguntei: "O que será que ela pensa de mim?" Sobre isso escrevi.
Cães, nem sei quantos tive: pastores, dobermans, dálmatas, boxers, weimaraners, cockers... Os dobermans foram os mais obedientes; os boxers, os mais mansos e efusivos. A Nina, dálmata, foi a mais desobediente e não gostava de crianças. Era preciso trancá-la quando havia crianças em casa.
Menino, eu sonhei ter um cãozinho. Mas nunca me foi permitido ter um. Realizei o meu sonho simbolicamente: comprei um caderno de desenho dos grandes no qual fui colando fotografias de cachorros que eu recortava de revistas . Meu amor pelos cachorros assim se realizou platonicamente.
Mas nunca tive simpatia pelos gatos. Também eles nada fizeram para que eu gostasse deles. Os cachorros são comunicativos, querem fazer amigos, têm um humor italiano, fazem barulho, estão sempre sorrindo com o rabo, gostam de brincar e seu único desejo é agradar os seus donos.
Uma amiga enviou-me um e-mail contando da sua cadela labrador, adolescente, chamada Lua. Pois a Lua gosta de plantas, especialmente bromélias, que arranca do jardim e deposita na porta da cozinha com latidos de felicidade, que, se traduzidos, querem dizer: "Eis o presente de flores que colhi no campo para você...".
Os cães se parecem tanto com os humanos! O que já havia sido constatado por um dos nossos antigos ministros, que, inquirido sobre as razões que lhe permitiam transportar o seu cão em carro oficial, explicou: "Os cachorros também são seres humanos...".
Se isso tivesse acontecido no Egito Antigo, e um ministro fosse inquirido pelo seu uso das carruagens oficiais para transportar o seu gato, a resposta seria mais surpreendente: "Não sabe o senhor que os gatos são seres divinos?". Sim, no Egito os gatos eram deuses. Talvez algo dessa teologia tenha escorrido até nós. Pois não dizemos de uma mulher bonita "ela é uma deusa" e "ela é uma gata"?
Mas comecei a mudar de ideia sobre os gatos quando minha filha me deu um gato de presente. E logo ficamos amigos, eu e o gato.
Hoje o meu médico me enviou um artigo que apareceu em 26/7/ 07 no "The New England Journal of Medicine", um dos mais respeitados periódicos das ciências médicas. Sobre um gato chamado Oscar.
Oscar vive numa instituição que acolhe pessoas em estado terminal. Diariamente, segue uma rotina. Abre os olhos preguiçosamente e põe-se a fazer aquilo a que os médicos dão o nome de visita: vai de leito em leito, sobe na cama, cheira o ar e faz o seu diagnóstico. Se não é para acontecer naquele dia, ele desce e vai para o leito seguinte, onde repete o procedimento. Se, por acaso, sua misteriosa sensibilidade detecta o cheiro ou as vibrações ou a música da morte, ele se aloja junto ao moribundo e a enfermeira sabe que é preciso avisar os parentes.
Isso me deixou apreensivo porque o meu gato tem insistido em dormir na minha cama -e é preciso expulsá-lo à força. Será que faz isso por gostar de mim ou para que os outros avisem meus parentes?

fonte: folha de são paulo (valeu carlão!)
foto: madruguinha & chiquita (meus gatos, meus filhos, meus amores)

domingo, 31 de maio de 2009

País sem lei sobre animais em circo




Meio ambiente // Votação do projeto que proíbe permanência dos bichos em apresentações foi novamente adiada ontem em Brasília
Marcionila Teixeira
marcionilateixeira.pe@diariosassociados.com.br



A proibição de animais em circos de todo o país ainda vai demorar para virar lei. A votação do Projeto de Lei 7.291/06, que trata sobre o assunto, foi adiada mais uma vez ontem, em Brasília. Há quase três anos o projeto se arrasta na Câmara dos Deputados, o que tem deixado os defensores de animais preocupados. Desta vez, o motivo do adiamento foi a redação do documento. O tema já passou pela Comissão de Meio Ambiente e agora empaca na Comissão de Educação e Cultura.

Na opinião dos integrantes das entidades de defesa dos animais de todo o país, as constantes decisões de adiamento são manobras políticas de quem defende a permanência dos bichos em apresentações circenses. A presença de animais em circo já é proibida na Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, mas a prática ainda persiste nos outros estados.

Sônia Fonseca, presidente do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, sediada em São Paulo, acompanhou a tentiva de votação junto com integrantes de várias entidades do Brasil. "Os deputados se disseram preocupados com a frase 'proibir animais em circos e congêneres'. Eles acham que o congêneres pode incluir vaquejadas, por exemplo, e isso desagrada os deputados que defendem a prática", explicou. A previsão é que o projeto seja votado na próxima quarta-feira.

Maria Padilha, da Associação dos Amigos, Defensores dos Animais e do Meio Ambiente (AADAMA)-PE, ressaltou que os animais em circo sofrem uma vida inteira de maus-tratos, pois são treinados com uso de choques, chicotes ou bastões pontiagudos para se comportarem como nunca fariam na natureza. "Além disso, ficam em espaços pequenos e em constante transporte, sem alimentação suficiente e adequada, o que causa estresse nos animais".

Os defensores de animais lembram que os bichos em circo expõem as pessoas a riscos, já que eles podem ter uma reação violenta, como aconteceu em 9 de abril de 2000, em Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitanado Recife, quando um leão do Circo Vostok matou o garoto José Miguel dos Santos, de 6 anos, ao puxar a criança para dentro da jaula onde estavam outros três animais. Todos foram sacrificados.

Alternativa - Segundo o deputado Paulo Rubem, o governo federal deve apresentar em breve um projeto de lei mais completo, que abrange toda forma de exploração de animais para entretenimento do ser humano, seja em circo, vaquejadas ou em apresentações de TV. "Da forma como estão as apresentações, não dá para continuar porque não há um controle. Mas há circos muito pobres, que precisam de prazo para se capacitarem e substituirem os espetáculos com animais", justificou Paulo Rubem. O político se disse a favor apenas da apresentação de animais domésticos, como cães e gatos, nos circos. "Defendo uma lei rigorosa, que só permita a apresentação se houver condições de acompanhamento de órgãos do estado, como o Ibama", acrescentou.

A própria Comissão de Educação e Cultura, da qual Paulo Rubem faz parte, preparou enquete em novembro do ano passado que apontou que dos mais de 35 mil votos computados, 82% foram contra o uso de animais em circos e apenas 18% a favor.

fonte: /lisetegomes

segunda-feira, 6 de abril de 2009